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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Afinal....O que é o verdadeiro Natal?


O Natal não é apenas casas e lojas enfeitadas; troca de presentes; jantares; jardins iluminados; músicas solenes. 
Isso tudo é muito bonito, mas é apenas para fazer lembrar o verdadeiro sentido do natal.
O natal é a vinda do Salvador Jesus.
E porque Jesus veio?

sábado, 6 de novembro de 2010

Que coisa estúpida!

Todas as coisas são puras para os puros, mas nada é puro para os contaminados e infiéis; antes o seu entendimento e consciência estão contaminados (Tito 1:15).

“Que coisa estúpida!”

É de assustar o fato de muitas pessoas viverem sob essa verdade divina.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Estou sofrendo, sabia disso?

Sejam quais forem suas circunstâncias, pare um pouco.

Mesmo que a confusão seja grande, não perca as esperanças.

Ainda que você se sinta mal, dê um tempo.

sábado, 5 de setembro de 2009

Não atravesse a rua



Um pequeno menino, com aparência de estar furioso, estava rodeando, já por inúmeras vezes, o quarteirão onde morava, montado em seu triciclo. Estranhando a atitude do garoto, um policial o parou e perguntou por que dava voltas e voltas sem parar. O menino respondeu que estava fugindo de casa. O policial, então, perguntou por que ele só dava voltas em torno do quarteirão onde morava. A resposta dele foi: "Porque a minha mãe me disse que não tenho permissão de atravessar a rua." O ponto chave aqui é claro - a obediência manterá você sempre perto daqueles a quem ama.

Às vezes nos sentimos sós, abandonados, desprezados, à margem da sociedade e ignorados por todos. Queixamo-nos diante de Deus por Ele não ligar para a situação difícil e até desesperadora em que vivemos. E qual a causa de nossa aflição?

Mais uma vez o ponto chave é a obediência. Se nós temos mantido firmes diante do Senhor, obedecendo Sua Palavra e Sua vontade, certamente Ele nos fará entender que as adversidades que enfrentamos são apenas provas para que sejamos fortalecidos na fé e edificados em poder e graça.

Quando, indiferentes aos conselhos de nosso Pai, "atravessamos a rua" fugindo de Sua presença, submetemo-nos a tudo que o mundo oferece de mal sem contar com a proteção e as bênçãos que Deus tem preparado para os Seus filhos.

Se as batalhas têm sido duras, se você sente que está perdendo a tranquilidade necessária para vencê-las, segure firme nas mãos de Deus e mantenha-se na calçada junto a Ele.

Se você já atravessou a rua e sente-se sem forças, atravesse de volta para abrigar-se com Ele. Só assim você verá novamente a paz reinar e a alegria voltar ao seu coração.

"Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração" (Salmos 40:8).




Paulo Roberto Barbosa(Webservos)


ros
terça-feira, 28 de julho de 2009

A Paz








Certa vez houve um concurso de pintura e o primeiro lugar seria dado ao quadro que melhor representasse a paz. Ficaram, dentre muitos, três finalistas igualmente empatados. O primeiro retratava uma imensa pastagem com lindas flores e borboletas que bailavam no ar acariciadas por uma brisa suave. O segundo mostrava pássaros a voar sob nuvens brancas como a neve em meio ao azul anil do céu. O terceiro mostrava um grande rochedo sendo açoitado pela violência das ondas do mar em meio a uma tempestade estrondosa e cheia de relâmpagos. Mas para surpresa e espanto dos finalistas, o escolhido foi o terceiro quadro, o que retratava a violência das ondas contra o rochedo. Indignados, os dois pintores que não foram escolhidos, questionaram o juiz que deu o voto de desempate:

- Como este quadro tão violento pode representar a paz, Sr. Juiz?

E o juiz, com uma serenidade muito grande no olhar, disse: - Vocês repararam que em meio à violência das ondas e à tempestade há, numa das fendas do rochedo, um passarinho com seus filhotes dormindo tranqüilamente?

E os pintores sem entender responderam: - sim, mas... antes que eles concluíssem a frase, o juiz ponderou: - Caros amigos, a verdadeira paz é aquela que mesmo nos momentos mais difíceis nos permite repousar tranqüilos.

Talvez muitas pessoas não consigam entender como pode reinar a paz em meio à tempestade, mas não é tão difícil de entender. Considerando que a paz é um estado de espírito podemos concluir que, se a consciência está tranqüila, tudo à volta pode estar em revolução que conseguiremos manter nossa serenidade. Fazendo uma comparação com o quadro vencedor, poderíamos dizer que o ninho do pássaro que repousava serenamente com seus filhotes, representa a nossa consciência. A consciência é um refúgio seguro, quando nada tem que nos reprove. E também pode acontecer o contrário: tudo à volta pode estar tranqüilo e nossa consciência arder em chamas. A consciência, portanto, é um tribunal implacável, do qual não conseguiremos fugir, porque está em nós. É ela que nos dará possibilidades de permanecer em harmonia íntima, mesmo que tudo à volta ameace desmoronar, ou acuse sinais de perigo solicitando correção. Sendo assim, concluiremos que a paz não será implantada por decretos nem por ordens exteriores, mas será conquista individual de cada criatura, portas à dentro da sua intimidade.


Autor Desconhecido

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