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sábado, 3 de dezembro de 2011

Pessoas Sem Nome





- Por que o café ainda não foi servido até essa hora?

Pergunta, um tanto irritado, o empresário, sentado em sua confortável poltrona, às nove horas da manhã.

A secretária responde meio assustada:

- Então o senhor não sabe? A dona Margarida morreu ontem à noite.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Os Espinhos ainda machucam...



“Se você esparrama espinhos, não ande descalço.”

Pois bem. Certo o provérbio italiano, e corretíssimo o pensamento de que muitas feridas poderiam ser evitadas...

sábado, 6 de novembro de 2010

Que coisa estúpida!

Todas as coisas são puras para os puros, mas nada é puro para os contaminados e infiéis; antes o seu entendimento e consciência estão contaminados (Tito 1:15).

“Que coisa estúpida!”

É de assustar o fato de muitas pessoas viverem sob essa verdade divina.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Para onde Correr?

O mundo está desgovernado. O homem querendo ditar seu próprio destino, tomar suas decisões sozinhas, trilhando seu próprio caminho. Mas não pode imaginar o dia de amanhã. O homem não tem poder para enxergar o seu futuro e nem as conseqüências de suas decisões. O Senhor, que criou tudo, ama o homem, mas odeia o pecado.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Naquele dia tomei um tombo... e Aprendi.




E assim, naquele dia que parecia como outro qualquer, decidi que o meu maior triunfo seria sobre mim mesmo.
E assim, naquele dia que parecia como outro qualquer, meu mundo tornou-se cinzento.

Aprendi que as quedas são estímulos para que aprendamos a levantar, com dignidade e com coragem.

Aprendi que para olhar o mundo, é preciso estar no chão. Eu só o conhecia do alto da minha arrogância.


Aprendi que nada nos acontece por acaso.
Sempre há um “para que”.
Descobri que nunca tinha questionado se minhas ambições incluíam a ética.

Descobri as caras feias que eu estava vendo nada mais eram que meus reflexos em milhares de espelho.
Naquele dia descobri que meus rivais e meus desafetos eram apenas ameaças à minha insegurança. .

As sombras que me seguiam nada mais eram do que o reflexo negro da minha alma.
Descobri que carregava em mim um Ego muito maior que eu.

Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tenha sido.
Descobri que as minhas ambições eram fruto da minha enorme onipotência.

Aprendi também que de nada serve ser luz se não posso iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, deixei de ser um propagandista dos meus triunfos passados e passei a ser a minha luz do presente.

Naquele dia, deixei de ser o comercial do meu pseudo-conhecimento e passei a aprender um pouco mais.
Aprendi também que de nada serve saber se não posso compartilhar e legar o conhecimento.

Que para multiplicar o pão de cada dia, é preciso dividí-lo.

Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim continuar a subida.

Aprendi que a vitória duradoura não vem de sopetão.
Ela é conquistada por etapas.
Eu subi rápido demais, alto demais!
Vi que na luta pelos meus objetivos, o maior é lutar.
E que são os caminhos sofridos que nos amadurecem e domam.

Aprendi que posso fazer qualquer coisa e arcar com a responsabilidade das quedas.

Deixei de me importar com quem ganha ou perde, e me importar simplesmente com quem faz.

Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade para aprender a achar soluções.

Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de recomeçar
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.

Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Aprendi que as palmeiras altas e eretas, nos dão uma lição de dignidade e postura, diante das intempéries da vida.

Aprendi que o melhor triunfo que posso ter, é ter o direito de chamar alguém de "amigo".

Descobri que o amor é mais que um simples estado enamorado, "o amor é uma decisão de vida.

Vi que não estava protegendo aqueles que eu amo. Quando o bem é precioso demais, todo zelo é pouco.
E que eu não sou o bem mais precioso!
Aprendi que a compaixão não é sentimentalismo e sim humanidade.

Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para fazer a realidade.
Aprendi que a imagem do inatingível é o que nos aciona para que o busquemos.
Tudo para mim foi atingível!

E desde aquele dia já não batalho para triunfar e sim para lutar no combate.

E desde aquele dia já não durmo para descansar simplesmente... durmo para sonhar!

E desde aquele dia já não vivo mais para ganhar e sim para viver.
Para cair...
Para levantar...
Para continuar...
Para chorar...
Para perdoar...
Para respeitar...
Para amar...
... Para aprender e para decidir sobre quem eu quero ser.

(Desconheço a Autoria)
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

O outro deus e o outro universo





Vamos imaginar que, em vez de um, existissem dois deuses iguais em poder e majestade. 
Claro que isso só pode acontecer através de um conto.  
Então, prepare sua imaginação.


Dois deuses existiam. Contudo, eles não se encontravam, porque cada um tinha um reino, um universo próprio e governava segundo sua vontade soberana.

O primeiro amava a todos igualmente. Era santo, justo e verdadeiro. Por amar a todos, não fazia acepção de ninguém nem sonegava de um para dar ao outro. Desejava que todos aprendessem a amar e a compartilhar o que tinham.

Ensinava o caminho da justiça por seu próprio exemplo. Sua proposta de vida para o mundo não era o sucesso, mas o significado; não a vitória, mas a igualdade.

O outro deus gostava de todos os que habitavam em seu universo, mas tinha compromisso apenas com aqueles que lhe eram devotos. A estes, oferecia uma vida de facilidades e lhes garantia livramento dos perigos próprios do existir. Assegurava que os devotos fossem recompensados por sua fidelidade.

Todavia, para garantir vida isenta aos devotos, esse outro deus tornou-se um ditador. Ora, isso é óbvio, uma vez que para existir proteção no meio de um perigo, faz-se necessária a coerção do agressor, isto é, a obstrução de seu livre arbítrio. Para que existam ganhadores, também devem existir perdedores. Um mundo constituído só de ganhadores é pura ficção.



Voltando para nossa estória, a questão é que, para garantir a promoção do devoto no emprego, aquele deus precisava barrar o progresso da carreira profissional do não devoto, mesmo que mais competente, de modo a impedir que ocupasse o cargo que, por justiça, deveria ser seu.

Com o passar do tempo, aquele deus tornou-se mestre em derrotar os inimigos daqueles que o amavam e continuava a lhes dar vitória. Mas seus devotos, insatisfeitos, pediam não apenas melhores empregos, mas também prosperidade. Assim, teve de empobrecer alguns para enriquecer os seus, garantindo-lhes uma vida como filhos do Rei. Sim, uns tinham que ser empobrecidos, porque é impossível mexer na história e na economia sem mexer no contexto e com as pessoas que deste fazem parte, uma vez que os recursos daquele universo eram os mesmos para todos. Inicialmente, todos tinham acesso aos bens da natureza, mas o excesso de recursos dados e esbanjados por uns foi proporcional à falta de recursos sentida por outros. Esse princípio era dos mais elementares na economia daquele mundo.

E assim, aquele outro deus tornou-se capitalista, garantindo a riqueza dos seus por meio do empobrecimento dos demais. Colocou os seus em uma redoma de vidro, enquanto o resto de seu mundo desabava em guerras, doenças e misérias.

O tempo passou e passou e passou. 

O universo do primeiro deus tornou-se justo como ele, feliz e amoroso como ele, um mundo à sua imagem e semelhança. 
Já o universo do outro deus tornou-se o retrato da injustiça social, da inveja, da cobiça, disputa e da miséria.

Em qual desses dois deuses você confiaria? 


Em qual desses dois mundos você preferiria viver?

Antes de encerrar, preciso dizer a verdade. 

Estes dois deuses, de fato, existem no conceito das pessoas. 
Só que um deles é falso. 

O primeiro chama-se Jesus. Puro e cheio de amor, veio viver nossa tragédia, para, através da compaixão, libertar nossas vidas e tornar o mundo justo.

O outro deus recebe o nome que você quiser dar. 
Muitos até o chamam de Jesus – mas só como apelido. 
Todavia, ele não é o fruto do bendito ventre anunciado pelo anjo, mas o produto do ventre de nossa cobiça e do marketing ganancioso das religiões.

A pergunta permanece no ar. 


Qual dos dois você está servindo?



Domingos Rodrigues Alves


terça-feira, 4 de agosto de 2009

SOB AFLIÇÕES




















A sua mente pode focalizar o medo, a preocupação, o problema, o negativismo ou o desespero. Ou pode focalizar a confiança, as soluções, o otimismo e o sucesso. Você decide. (Don Ward)



Uma vida livre de aflições tem pouco ou nenhum significado. As aflições têm variadas e múltiplas facetas; uma delas é quando fica estabelecida a diferença que existe entre aquilo que você é e aquilo que você pode ser. Sem aflições as possibilidades deixam de existir. Sem aflições deixa de existir um alvo maior a ser alcançado.

Na realidade não é muito difícil aliviar algumas aflições. Basta apenas optar pelo caminho mais fácil, abandonando os seus sonhos, entregando-se ao desespero circunstancial e fugindo das suas responsabilidades. Apesar desse tipo de comportamento lhe causar um alívio temporário, é certo que a aflição fatalmente irá retornar lhe trazendo dores excruciantes.

Para viver a vida com um propósito, para se dirigir em busca de um alvo, pode estar certo de contar com a presença de não poucas aflições. Portanto, aprecie, aceite e viva com um forte senso de que aflições são apenas preciosas oportunidades dadas pelo próprio Deus a fim de nos tornarmos mais semelhantes a Ele.

Nélio DaSilva


No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo. (João 16:33)







terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Ressentimentos





















Sim, você recebeu um tratamento péssimo daquele cliente, daquela namorada, do professor, do seu marido, dos seus pais, dos seus filhos, dos vizinhos, do seu chefe, dos seus colegas... Você tem toda razão em ter sentido mágoa, tristeza e desapontamento quando isso aconteceu. Mas sentir tais coisas só tem lógica se for naquele momento. Nunca mais.

Se você está, ainda hoje, sentindo essa decepção, essa tristeza, essa mágoa com outra pessoa, então você está ressentido, ou ressentida, com ela. Veja com atenção o significado da palavra ressentimento: RE-SENTIMENTO. Sentir novamente.

Sentir infinitamente, para alguns. Qual a razão de usar sua mente para sentir novamente coisas ruins, fragilidades e decepções? Não me refiro a nenhum princípio religioso, espiritual ou moral, somente uma razão prática: sentir coisas ruins novamente não tem absolutamente nenhuma função, exceto prender você ao passado e tornar você uma eterna vítima de alguém que nem mesmo está tentando prejudicar você mais. Ao guardar qualquer ressentimento você está se acorrentando a alguém que lhe fez mal, mesmo que essa pessoa não queira mais isso. Você está re-sentindo a dor que só existe em sua memória. Repita comigo: nunca mais.

A outra pessoa, por pior que tenha sido, não será prejudicada por seu ressentimento. Mas você será. Você desperdiçará momentos únicos das suas vinte e quatro horas para pegar o punhal que alguém usou contra você há semanas, meses, anos ou décadas atrás e, acredite ou não, você mesmo estará se apunhalando dia após dia, com seu re-sentimento. Nunca mais.

Se o problema tiver sido com um cliente, ficar ressentido não ajudará sua próxima venda. Se tiver sido com a ex-namorada, ficar ressentido não tornará você atraente para a próxima, e talvez definitiva. Se tiver sido com seu marido, ficar ressentida não ajudará comunicar-se e corrigir a situação. Se tiver sido com... qualquer pessoa, ficar ressentido não ajudará você. Pode até ajudar ela a se livrar de você. Se o caso for tão grave que tenha que ser resolvido em tribunais, deixe advogados cuidando disso e se concentre em sua vida e sua felicidade. Não caia na armadilha do ressentimento. Nunca mais.

Viva o momento que estiver vivendo. Há momentos de tristezas, decepções, erros, partidas, traições ou simplesmente azar. Chore, reclame, brigue e viva o momento que tiver que viver. Mas, quando o momento passar, viva o momento seguinte, sem ficar com os grilhões do passado prendendo sua existência até sua morte. Esqueça as coisas ruins do passado. Ele não existe mais. Nunca mais.

Isso inclui os ressentimentos contra aquela pessoa que você encontra no espelho. O que ela tiver feito de errado, ontem ou há 30 anos, deve ser deixado de lado. Não sinta ressentimento quanto aos erros dessa pessoa. Nunca mais.

E, se mesmo com toda a lógica do mundo, você ainda estiver "sentindo re-sentimento" e mágoa de alguém, lembre-se do que disse William Shakespeare: 

Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra.

Aldo Novak
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