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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Autoridade Suprema


Porém Samuel disse: Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à Sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros. (1 Samuel 15:२२)

A Palavra de Deus deve ser obedecida sem questionamento; ela tem de ser a suprema autoridade em nossa vida. Saul se desviou do claro mandamento do Senhor, e procurou acalmar o peso da consciência persuadindo a si mesmo de que o Senhor aceitaria seu sacrifício e deixaria passar sua desobediência. Quando Samuel, o profeta, veio ao seu encontro, Saul agiu como se considerasse a si mesmo um homem justo, e exclamou: “Bendito sejas tu do Senhor; executei as palavras do Senhor” (1Sm 15:13).


Mas as inconfundíveis provas de sua desobediência eram tão evidentes que sua afirmação de obediência era de pouco valor. “Então, disse Samuel: Que balido, pois, de ovelhas é este nos meus ouvidos e o mugido de bois que ouço? Respondeu Saul: De Amaleque os trouxeram; porque o povo poupou o melhor das ovelhas e dos bois, para os sacrificar ao Senhor, teu Deus. [...] Porém Samuel disse: Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à Sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros. Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação é como a idolatria e culto a ídolos do lar. Visto que rejeitaste a palavra do Senhor, Ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei” (1Sm 15:14, 15, 22, 23). [...]

A Palavra de Deus deve ser autoridade suprema. O Senhor disse: “Não violarei a Minha aliança, nem modificarei o que os Meus lábios proferiram” (Sl 89:34). Deus não pode mudar um só ponto de Sua lei sem deixar de ser supremo. As pessoas não podem torcer a lei de Deus para a acomodarem às suas idéias, e, ao deixar de harmonizar sua vida com ela, quebram seus mandamentos e violam seus preceitos. O mundo aprenderá tarde demais que não pode julgar a Palavra de Deus, mas que ela o julgará. Melhor seria que todos considerassem quão tolo e quão perverso é argumentar com Deus! Melhor seria, que cessassem de opor sua vontade à vontade do Infinito! Os que se opõem a Deus ainda aprenderão que ao fazerem isso terão abandonado o único caminho que leva à santidade, à felicidade e ao Céu (ST, 9/1/1896).


Poder Para Obedecer

Poder Para Obedecer

Porque não temos Sumo Sacerdote que não possa compadecer-Se das nossas fraquezas; antes, foi Ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna. Hebreus 4:15, 16

Satanás apresenta a divina lei de amor como uma lei de egoísmo. Declara que é impossível obedecer aos seus preceitos. A queda de nossos primeiros pais, com toda a miséria resultante, ele atribui ao Criador, levando os homens a olharem a Deus como autor do pecado, do sofrimento e da morte. Jesus devia desmascarar esse engano. Como um de nós, cumpria-Lhe dar exemplo de obediência. Para isso tomou sobre Si a nossa natureza e passou por nossas provas. “Convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos” (Hb 2:17).

Se tivéssemos de sofrer qualquer coisa que Cristo não houvesse suportado, Satanás apresentaria o poder de Deus como insuficiente para nós. Portanto, Jesus “como nós, em tudo foi tentado” (Hb 4:15). Sofreu toda provação a que estamos sujeitos. E não exerceu em Seu próprio proveito qualquer poder que não esteja livremente ao nosso alcance. Como homem, enfrentou a tentação e venceu-a com o poder que Lhe foi dado por Deus. Diz Ele: “Deleito Me em fazer a Tua vontade, ó Deus Meu; sim, a Tua lei está dentro do Meu coração” (Sl 40:8).

Enquanto andava fazendo o bem e curando todos os aflitos do diabo, tornava evidente aos homens o caráter da lei de Deus e a natureza de Seu serviço. Sua vida testemunhava ser possível obedecermos também à lei de Deus.

Por Sua humanidade, Cristo estava em contato com a humanidade; por Sua divindade, firma-Se no trono de Deus. Como Filho do homem, deu-nos um exemplo de obediência; como Filho de Deus, dá-nos poder para obedecer. [...]

Cristo foi tratado como nós merecíamos, para que pudéssemos receber o tratamento a que Ele tinha direito. Foi condenado pelos nossos pecados, nos quais não tinha participação, para que fôssemos justificados por Sua justiça, na qual não tínhamos parte. Sofreu a morte que nos cabia, para que recebêssemos a vida que a Ele pertencia. “Pelas Suas pisaduras fomos sarados” (Is 53:5) (DTN, p. 24, 25).


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009




Profecias

Por que Jesus derramou Seu sangue na cruz?

"Porque a vida da carne está no sangue. Eu vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pela vossa alma, porquanto é o sangue que fará expiação [um sacrifício que paga a culpa] em virtude da vida" (Levítico 17.11).

"Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão [perdão dos pecados]" (Hebreus 9.22).

Por que a crucificação foi tão traumática?

"Certamente, ele [Jesus] tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões [pecados] e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados" (Isaías 53.4-5).

De quem foram os pecados que pregaram Jesus na cruz?

"Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade [pecado] de nós todos" (Isaías 53.6).

A morte brutal de Cristo foi profetizada?


"Como pasmaram muitos à vista dele [Jesus] (pois o seu aspecto estava mui desfigurado, mais do que o de outro qualquer, e a sua aparência, mais do que a dos outros filhos dos homens)" (Isaías 52.14).

Obediência

Por que a crucificação de Cristo foi necessária?


"E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado [na cruz], para que todo o que nele crê tenha a vida eterna" (João 3.14-15).

O que Jesus quis dizer ao clamar "Está consumado!"?

"Quando, porém, veio Cristo como sumo sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo [templo], não feito por mãos, quer dizer, não desta criação, não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção" (Hebreus 9.11-12).

Jesus é o único caminho para Deus?

"Respondeu-lhe Jesus. Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14.6).

O que Deus pensou da crucificação do Seu Filho?


"Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do SENHOR prosperará nas suas mãos" (Isaías 53.10).

Perdão

Qual foi o resultado do derramamento do sangue de Jesus?


"No qual [em Jesus] temos a redenção [resgate da culpa do pecado], pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça" (Efésios 1.7).

Por que a crucificação de Cristo é importante?

"Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito" (1 Pedro 3.18).

O sacrifício individual de Cristo é suficiente?

"E ele [Jesus] é a propiciação [satisfação da justiça de Deus] pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro" (1 João 2.2).

O sacrifício de Cristo deve ser repetido?

"Assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação" (Hebreus 9.28).

Por que a cruz provoca divisões?


"Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus" (1 Coríntios 1.18).

Sua resposta

Qual será a sua decisão em relação a Jesus?


Essa é uma pergunta que apenas você pode responder. Deus lhe dá o privilégio de conhecer Seu plano completo de salvação. Ele lhe oferece a vida eterna através daquilo que Jesus Cristo fez por você: Ele morreu [pelos seus pecados], foi sepultado e ressuscitou [para lhe dar nova vida]. Você admite humilde e submissamente diante de Deus que necessita de Jesus Cristo em sua vida?

"Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai" (Filipenses 2.9-11).

Como você pode responder a Jesus?

Volte (arrependa-se): "Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados" (Atos 3.19).

Confie (creia)
: "Responderam-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa" (Atos 16.31).

Receba (obedeça): "Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome" (João 1.12).

Extraído do Folheto A Paixão de Cristo - POR QUÊ?
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Conciliando filhos e trabalho



Para muitos pais, cada dia se torna mais difícil conciliar trabalho e educação dos filhos. Muitos se sentem frustrados, culpados e impotentes devido à falta de tempo para estarem junto dos filhos, por se verem forçados a entregar sua educação aos cuidados de terceiros, por não poderem participar dela e acompanhá-los mais de perto em suas atividades etc. Todos nós sabemos que os pais constituem a base na estruturação da personalidade de seus filhos. O que não se pode admitir é que essa base tenha que ficar mais distanciada deles, em conseqüência de um trabalho ou emprego.
Embora seja inquestionável que esse "abandono" repercute na formação da identificação das crianças, o certo é que elas acabam se acostumando e se adaptando, de uma forma ou de outra, a qualquer tipo de situação. É verdade que alguns sofrem a princípio, mas acabam por se habituar à rotina de sua família. Em momentos especiais, sentirão ainda mais falta, mas infelizmente em muitos casos nada se pode fazer para solucionar essa situação.

Educação a distância
Em situações como a dos pais que trabalham fora, e por isso têm que passar o dia inteiro longe de casa e dos filhos, é preciso pensar num modo de programar momentos de encontro entre todos da família. A atitude dos pais, nesse sentido, precisa ser constante e bem planejada, já que todos os filhos necessitam igualmente do afeto, da atenção e do contato físico de seus genitores. Esse tempo que os pais partilham com as crianças representa uma incalculável riqueza, em todos os sentidos, e para ambas as partes. Ainda que seja pouco esse tempo, deve tratar-se de uma reunião familiar na qual os pais se encontrem totalmente voltados para os filhos, demonstrando atenção e interesse em ouvi-los e escutá-los no que têm a dizer das suas experiências vividas.
Todavia, acrescentam os psicólogos que os pais devem agir com naturalidade, não como se cumprissem uma obrigação, visto que as crianças têm uma sensibilidade tão acurada que as faria perceber a falta de um real prazer e de alegria dos pais nesses momentos, podendo interpretar a atitude deles como "não me amam", ou como "eu os aborreço", ou ainda "não apreciam o que faço". A espontaneidade nessa relação de pais e filhos é demasiado importante.
Os pais não devem se sentir culpados por terem que trabalhar. Porém devem estar, sempre que possível, no melhor e no pior, ao lado de seus filhos, brincando e conversando com eles. Se as crianças obtêm a atenção e o amor de que tanto necessitam, o vínculo afetivo com os seus genitores estará garantido, por ter sido estimulado, o que concorre para o aumento de sua auto-estima e confiança. Os filhos precisam saber que, mesmo estando longe de seus pais, deverão seguir as regras deles. Não é apenas na presença dos genitores que a sua educação se consolida.

Qual seria a forma ideal?
A necessidade de conciliar vida familiar e profissional não pode desvincular-se da idéia de corresponsabilidade na família e na própria sociedade. Devemos estar conscientes de que as pessoas devem ser valorizadas pelo que são, enquanto pessoas, e não pelo que têm.
Teresa López, decana da Universidade Complutense de Madri e vice-presidente da fundação Ação Familiar, declara, em um de seus artigos, que é tempo de se pensar em uma mudança de cultura, através da qual a família recobre o protagonismo merecido, como estrutura básica, que de fato é, de uma sociedade bem construída e equilibrada. Para isso, propõe três linhas de pensamentos, para posterior reflexão:

1- A responsabilidade de criar filhos e educá-los é exclusivamente da família. A sociedade, em geral, e os poderes públicos devem colaborar para que a família tenha condições de cumprir as suas funções, porém nem a eles, nem a ninguém mais compete arbitrar políticas que substituam o próprio núcleo familiar. Não se trata de estender os horários dos colégios até as dez da noite para que as crianças "não incomodem", ou sobrecarregá-las de atividades extra-curriculares a fim de que, deste modo, mães e pais possam trabalhar sem ter que ocupar-se delas. Existe uma absoluta desconexão entre os horários de nossos filhos e os de nossos trabalhos. Não faz sentido que os horários irracionais de trabalho obriguem a prolongar a permanência das crianças fora do lar. O que é preciso é defender e respaldar uma mudança em nossa cultura, no que se refere ao emprego do tempo.

2- As decisões tomadas no seio da família dizem respeito exclusivamente ao nosso âmbito privado. Se temos filhos, ou não, é uma decisão familiar, e embora deva permanecer portas adentro, evidentemente suas conseqüências extrapolam o âmbito da própria família, o que significa que existem fortes inter-relações entre as decisões que se tomam nas famílias e a própria sociedade. Uma afeta a outra, quando não deveria ser assim.

3- Quando se fala de conciliação familiar e profissional, normalmente se fala de políticas públicas, concebidas como políticas de mulher, pelo que estamos falhando na base. A família é uma unidade que em si mesma contribui com a sociedade muito mais do que possa contribuir a soma de cada um de seus membros, motivo pelo qual essas políticas de conciliação devem abranger mais que os direitos da mulher, indo além e incorporando-se ao debate dos direitos de todos os membros da família, e com a mesma intensidade. A conciliação da vida familiar e profissional nunca será possível se não existir a devida co-responsabilidade, a qual exige que se valorize não somente o trabalho que a mulher assume dentro do lar, isto é, o trabalho basicamente educativo que realiza com seus filhos, mas também o seu desempenho profissional.

A sociedade irá mudando à medida que as responsabilidades estiverem convenientemente bem repartidas entre homens e mulheres.
Fonte: Edufam - http://www.edufam.es/mostrar_recurso.php?id=2841
Tradução para o Portal da Família: mcferreira
Publicado no Portal da Família em 01/09/2008

BOM DIA.....


O verdadeiro amor não se conhece por aquilo que exige, mas por aquilo que oferece.

Conflitos familiares


Norma Emiliano

Os conflitos são inerentes ao processo de evolução dos seres humanos.

A relação em família é complexa, pois cada ser humano é singular em relação a sua história, temperamento, idade, composição genética, etc.. No jogo relacional há alianças e luta pelo poder.

Nos diversos relacionamentos, as diferenças individuais quanto às percepções e necessidades emergem, pois cada pessoa forma a sua própria percepção e tem necessidades num determinado momento. Essas diferenças no contexto relacional tornam-se as bases dos conflitos.

As diferenças, comumente, não são percebidas como oportunidades de enriquecimento e acabam sendo usadas de modo destrutivo. Assim, a diferença que leva a um conflito de interesse (discordância) é percebida como insulto e/ou desamor.

O casal ao interagir com os filhos influência na construção de suas identidades, bem como transmite-lhes modelos de relacionamento que serão levados para todas as áreas de suas vidas: amizade, profissional, amor, etc.

É vital ao bom ambiente familiar que o casal possua uma forte aliança, saiba lidar com seus conflitos, colabore entre si e satisfaça necessidades mútuas. Por outro lado, é importante também que em suas funções de pais, exista apoio à autoridade de cada um dos cônjuges com relação aos filhos.

Pode-se encontrar em qualquer relacionamento permanente, seja ele conjugal, entre pais e filhos, a família como um todo, ou relacionamento da família com outros sistemas sociais, formas de conflitos submersos, não resolvidos. Esse tipo de conflito pode acarretar distância emocional, disfunção física ou psicológica, ou envolvimento em uma aventura amorosa.

Quando há questões mal resolvidas entre o casal, uma ou mais crianças se envolvem no conflito marital, com a função de distrair os pais do conflito. Essa criança fica muito próxima de um ou ambos os pais, e as fronteiras entre as gerações são rompidas. Há uma excessiva dependência mútua e a autonomia da criança e dos pais torna-se limitada.

A falta de comunicação, somada à dificuldade para resolver problemas em conjunto são fatores negativos na criação dos filhos. As divergências dos pais, veladas ou abertas, em relação à educação dos filhos, os deixam confusos e, com freqüência, as crianças usam de manipulações, jogando os pais um contra o outro.

Os conflitos tornam–se mais fáceis de serem enfrentados quando ambos os parceiros compreendem as questões e suas origens. Para tal é necessário cada um entender e aceitar os seus próprios medos, valores, expectativas e proteções e também as do parceiro. Torna-se necessário ter clareza da ligação entre o presente e o passado. A percepção desta conexão possibilita que não se fique apenas repetindo padrões relacionais antigos, ou seja, dando respostas antigas a situações novas, levando para o casamento e para a nova família uma repetição do relacionamento anterior com os seus próprios pais.

Os relacionamentos adultos transferem, quase sem alterações, as características de disputas de poder entre pais e filhos, que cada um dos parceiros anteriormente tivera. Por exemplo, na luta pelo poder, pode-se observar que a mãe, normalmente é a detentora do controle no dia-a-dia; assim, tanto as meninas quanto os meninos podem resistir a isso. Quando adultas, as mulheres podem assumir esse mesmo papel, enquanto os homens transferem resistência às suas mulheres. Nesta luta pelo poder geram-se conflitos. Uma crise séria pode ser o ponto de partida para interromperr esse círculo vicioso. Mas uma estratégia duradoura é poder enfrentar os fantasmas do passado.

casal brigando

Veja mais artigos sobre relacionamento familiar no Portal da Família


Norma Emiliano é Terapeuta Individual, Casal e Família, e Assistente Social, e mantém a homepage Pensando em Família.
( http://geocities.yahoo.com.br/pensandoemfamilia)

Publicado no Portal da Família em 05/10/2008



(Jacinto Benavente)
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Enxugar Lágrimas
Ir. Zuleides Andrade, ascj



Por mais que se diga que a morte faz parte do ciclo da vida, sempre temos a impressão de que ela chega cedo demais, surpreendendo nossos sentimentos e atitudes, nossa vida toda.

Por mais que se diga que a morte não mata o amor, quando a separação física acontece e sem a possibilidade de retorno, nossa sensibilidade estremece e precisamos da ajuda dos amigos.

Por mais que se diga que a alma é imortal e a vida continua, quando temos que devolver ao Céu uma pessoa querida, nossos sentimentos tão humanos afloram confusos em variadas gamas.

Sei que você acredita, sim, na vida eterna, acredita que Deus é Pai e nós somos filhos amados... mas você precisa de um tempo para se adaptar a esta nova fase da vida, sem aquela pessoa querida que lhe deixou bens genéticos, espirituais, culturais e materiais.

Que Deus acolha seus sentimentos e suas preces feitas de silêncio e lágrimas! Que Deus ilumine você e a cada um de sua família nas decisões que devem tomar e que as bênçãos do Céu sejam ainda mais abundantes!

Que a saudade, a tristeza, raiva, o medo e a insegurança sejam apenas o paciente prenúncio de um revigorar na fé, na compreensão da vida, na esperança e no amor!

Que possa chorar o tempo, enquanto descobre as razões para enxugar suas lágrimas! Cristalinas e silentes, elas são preces que sobem ao Céu, orvalhando os caminhos percorridos, lavando lembranças, purificando a alma.

Ensine sua SAUDADE a abraçar a ESPERANÇA de um encontro feliz e esteja atenta para receber os PRESENTES que vêm do CÉU!

Que você tenha sonhos lindos e que a realidade acolha a sua dor e lhe devolva flores de SERENIDADE e PAZ!

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Bem-aventurança



Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos (Mt 5.6)

Olá meus queridos, a paz do Senhor para todos vocês! 
Hoje, desejo falar desta bem-aventurança que afirma que os que têm fome e sede de justiça serão fartos. Em primeiro lugar, devemos entender o que significa justiça. No novo testamento, essa palavra é largamente aplicada ao ato de Deus tornar justa uma pessoa, mediante a fé no Senhor Jesus (Rm 1.16,17; Rm 5.1). É diferente da justiça do homem, quando este quer ser justo pelos seus próprios meios e aos seus próprios olhos; essa justiça, segundo a Bíblia, é tão suja quanto trapo de imundícia (Is 64.6). Eu e você somos pecadores, e precisamos reconhecer isso. Nem todos, entretanto, reconhecem a necessidade da justificação, por isso não conseguem viver um relacionamento pessoal com Deus. Através de Jesus, quem busca justificação encontra nEle Justiça; quem busca misericórdia encontra nEle a Graça; quem busca esperança encontra nEle a Salvação! Deus está abrindo uma porta de reconciliação pra você! Entre por ela! Seu adversário tem lhe acusado de tantos pecados! Não se esqueça, porém, de que através de Jesus Cristo, você pode encontrar perdão e amor para cada momento oportuno e viver uma vida plena e abundante, através do amor de Deus, da graça de Jesus e da comunhão do Espírito Santo!



quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Bem-aventurados





Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos, Mt 5.6
Olá meus queridos, a paz do Senhor para todos vocês! Hoje, desejo falar desta bem-aventurança que afirma que os que têm fome e sede de justiça serão fartos. Em primeiro lugar, devemos entender o que significa justiça. No novo testamento, essa palavra é largamente aplicada ao ato de Deus tornar justa uma pessoa, mediante a fé no Senhor Jesus (Rm 1.16,17; Rm 5.1). É diferente da justiça do homem, quando este quer ser justo pelos seus próprios meios e aos seus próprios olhos; essa justiça, segundo a Bíblia, é tão suja quanto trapo de imundícia (Is 64.6). Eu e você somos pecadores, e precisamos reconhecer isso. Nem todos, entretanto, reconhecem a necessidade da justificação, por isso não conseguem viver um relacionamento pessoal com Deus. Através de Jesus, quem busca justificação encontra nEle Justiça; quem busca misericórdia encontra nEle a Graça; quem busca esperança encontra nEle a Salvação! Deus está abrindo uma porta de reconciliação pra você! Entre por ela! Seu adversário tem lhe acusado de tantos pecados! Não se esqueça, porém, de que através de Jesus Cristo, você pode encontrar perdão e amor para cada momento oportuno e viver uma vida plena e abundante, através do amor de Deus, da graça de Jesus e da comunhão do Espírito Santo! Sacie-se nesta manhã, sua caminhada ainda não acabou!
Dc. Sérgio Fernandes

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