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sábado, 1 de agosto de 2009

Tudo PERDIDO. E agora? Dá pra RECOMEÇAR?






Despedir-se de coisas sem valor. Abandonar as atitudes melancólicas e a memória dos fracassos e traições. Dizer adeus à dor, colocar um ponto final na desilusão.

Será que você está tendo sucesso nisso? Tem receita fácil pra gente se abrir para NOVAS OPORTUNIDADES? Será que ainda há espaço para um RECOMEÇO – entre você e a vida? Como continuar e não desistir?

Vamos dar uma olhadinha em Isaque, um dos patriarcas do povo de Israel. Ele passou por um período de seca – no deserto absoluto – e cavou um poço, encontrando uma fonte de águas vivas.


Contudo, sua alegria não durou muito, pois os inimigos logo surgiram e tomaram o poço que havia descoberto.

Sem desanimar, ele retomou o trabalho e conseguiu encontrar uma segunda fonte de águas vivas que, infelizmente, foi objeto da ambição dos adversários.

Aquilo nada mais era que a repetição dos incidentes vividos por seu pai Abraão, que teve seus poços atulhados por povos nômades do deserto (Genesis 26:15), e parecia a hora certa para desistir.

Mas Isaque, de modo surpreendente, persistiu na busca, e contra toda lógica da estatística, se deparou com um terceiro poço que estava ligado a um lençol de águas vivas e, desta vez, os inimigos não mais o importunaram (Genesis 26:17-22).

É possível que você tenha sido traído, importunado, prejudicado, injustamente acusado, lesado ou mesmo ferido com palavras duras e desleais.

Tudo parece perdido. Mas, em certa medida, a decisão de um RECOMEÇO depende de você mesmo.
A grande resposta é esquecer as coisas passadas e se lançar para as futuras como nos recomenda Paulo :

Prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.(Filipenses 3:14)


Se parece difícil, lembre que Deus garante que podemos recomeçar não uma, ou duas vezes, mas uma quantidade completa de vezes:



Porque sete vezes cairá o justo e se levantará (Provérbios 24:16).



Texto de autoria de Pastor Elcio Lourenço.


terça-feira, 28 de julho de 2009

A Paz








Certa vez houve um concurso de pintura e o primeiro lugar seria dado ao quadro que melhor representasse a paz. Ficaram, dentre muitos, três finalistas igualmente empatados. O primeiro retratava uma imensa pastagem com lindas flores e borboletas que bailavam no ar acariciadas por uma brisa suave. O segundo mostrava pássaros a voar sob nuvens brancas como a neve em meio ao azul anil do céu. O terceiro mostrava um grande rochedo sendo açoitado pela violência das ondas do mar em meio a uma tempestade estrondosa e cheia de relâmpagos. Mas para surpresa e espanto dos finalistas, o escolhido foi o terceiro quadro, o que retratava a violência das ondas contra o rochedo. Indignados, os dois pintores que não foram escolhidos, questionaram o juiz que deu o voto de desempate:

- Como este quadro tão violento pode representar a paz, Sr. Juiz?

E o juiz, com uma serenidade muito grande no olhar, disse: - Vocês repararam que em meio à violência das ondas e à tempestade há, numa das fendas do rochedo, um passarinho com seus filhotes dormindo tranqüilamente?

E os pintores sem entender responderam: - sim, mas... antes que eles concluíssem a frase, o juiz ponderou: - Caros amigos, a verdadeira paz é aquela que mesmo nos momentos mais difíceis nos permite repousar tranqüilos.

Talvez muitas pessoas não consigam entender como pode reinar a paz em meio à tempestade, mas não é tão difícil de entender. Considerando que a paz é um estado de espírito podemos concluir que, se a consciência está tranqüila, tudo à volta pode estar em revolução que conseguiremos manter nossa serenidade. Fazendo uma comparação com o quadro vencedor, poderíamos dizer que o ninho do pássaro que repousava serenamente com seus filhotes, representa a nossa consciência. A consciência é um refúgio seguro, quando nada tem que nos reprove. E também pode acontecer o contrário: tudo à volta pode estar tranqüilo e nossa consciência arder em chamas. A consciência, portanto, é um tribunal implacável, do qual não conseguiremos fugir, porque está em nós. É ela que nos dará possibilidades de permanecer em harmonia íntima, mesmo que tudo à volta ameace desmoronar, ou acuse sinais de perigo solicitando correção. Sendo assim, concluiremos que a paz não será implantada por decretos nem por ordens exteriores, mas será conquista individual de cada criatura, portas à dentro da sua intimidade.


Autor Desconhecido

Deixe aflorar toda sua doçura





Às vezes, fico me perguntando porque é tão difícil ser transparente... Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero, não enganar os outros. Mas ser transparente é muito mais do que isso.
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que a gente sente... Ser transparente é desnudar a alma, é deixar cair as máscaras, baixar as armas, destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em nos empenhar para levantar...

Ser transparente é permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche, transborde! Mas infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.

Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam do mais profundo de nosso ser... Preferimos nos perder numa busca insana por respostas imediatas a simplesmente nos entregar e admitir que não sabemos, que temos medo!

Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez mais de quem realmente somos, preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção...

E assim, vamos nos afogando mais e mais em falsas palavras, em falsas atitudes, em falsos sentimentos... Não porque sejamos pessoas mentirosas, mas apenas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso e não-contaminado...

Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já não sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar... doçura, compaixão... a compreensão de que todos nós sofremos, nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos baixinho antes de dormir, num silêncio que nos remete a uma saudade desesperada de nós mesmos... daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos coragem de mostrar àqueles que mais amamos!

Porque, infelizmente, aprendemos que é melhor revidar, descontar, agredir, acusar, criticar e julgar do que simplesmente dizer: ¿você está me machucando... pode parar, por favor!¿. Porque aprendemos que dizer isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro. Quando, na verdade, se agíssemos com o coração, poderíamos evitar tanta dor, tanta dor...

Sugiro que deixemos explodir toda a nossa doçura! Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não desejar parecer tão invencíveis...

Que consigamos não tentar controlar tanto, responder tanto, competir tanto... Que consigamos docemente viver... sentir, amar...


Autoria de Rosana Braga

sexta-feira, 24 de julho de 2009

O valor de um gesto






(Quanto pode uma rosa )

Uma jovem que gostava muito de flores, estava cultivando uma roseira junto de uma muralha de pedras.Crescia a planta vigorosamente,mas não florescia. Dia após dia, a moça a culltivava, regando-a, fazendo o possível para que ela produzisse. Certa manhã em que a jovem, desapontada,permanecia perto da roseira, julgando que todos os seus esforços tivessem sido inúteis, ouviu a voz da sua vizinha.Era uma inválida que vivia presa a sua habitação.A vizinha lhe dizia: "você não pode imaginar o quanto tenho gozado com as flores da roseira que plantou "!

A moça ergueu-se sobre a muralha e pôde ver do outro lado a grande quantidade de rosas que desabrochava:uma haste da planta, atravessando uma fresta da parede para florescer luxuriante do outro lado.
Eis uma lição magnífica!

Muitas vezes somos tentados a julgar que os nossos esforços estão sendo inúteis, quando realmente estão eles produzindo efeitos onde a nossa percepção não os apanha.
(adaptado)


"Esforçai-vos e sabei que o vosso trabalho não é vão no Senhor. ""



Giovana Batista
Assembléia de Deus






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